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Oficinas de Leitura de São Valentim

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19 Fevereiro 2018
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O dia de São Valentim foi celebrado na Biblioteca Municipal de Murça com uma edição da Oficina de Leitura, que contou com a participação da população sénior do Lar de Murça e Fiolhoso da Santa Casa da Misericórdia.

Esta atividade incluiu a leitura de poemas, a narração das histórias de amor e a realização de trabalhos de artes plásticas relacionados com a temática do dia dos namorados

Muitas vezes, o amor é ingrato para as palavras, ignorando-as conforme lhe convém. Contudo, quando elas lhe tocam naquilo que é mais fundamental do seu ser, o amor sente e sente-se. E que expressões mais belas das palavras poderão existir que a poesia e as histórias? A primeira, eleva a sensibilidade a um patamar artístico e sentimental difícil de replicar de outra forma, com a declamação de rimas que se envolvem e dançam ao longo de uma expressão de afeto. As segundas, revelam todas as maravilhas do amor ao longo das vivências dos seres humanos: as altas montanhas que ultrapassa com a sua perseverança, os mares tempestuosos que navega com firmeza, e as vidas que transforma com a sua presença.

O amor tem ainda uma relação de proximidade com as artes visuais. São elas que nos mostram as suas cores, as suas formas, os seus movimentos e as suas texturas. Ele é o cuidado com que criámos a nossa arte, a atenção que o artista dá a cada detalhe da sua obra e, ainda, a beleza final daquilo que foi criado. Mas, e como a arte, o amor é subjetivo, uma vez que cada um tem a sua forma de o sentir e o seu objeto amado, que aceita da forma que ele se apresenta, amando-o tal como ele é. E que mais será o amor do que aceitar aquilo que se ama como aquilo que é na sua essência?

Os nossos sábios mestres deram-nos a chave para o seu precioso baú de memórias do amor, numa sessão de poesia, de histórias e de arte. O amor revelou-se, numa primeira atividade, com a leitura de um poema da obra “Passagens e Afectos”, da autoria de João de Deus Rodrigues. Posteriormente, apareceu nas histórias de primeiros encontros, malandrices e paixões eternas gravadas nas memórias dos séniores das instituições presentes. Por fim, foram por eles criadas obras de arte onde cada um mostou o que o amor significa.

São partes de vidas que ficam e que o amor não esquece com a ajuda dos eus laçõs eternos.