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Começou o 'Porca-Lápis' com os mais pequenos leitores de Murça
Arrancou a terceira edição do Porca-Lápis - Festival Literário de Murça, e a abertura ficou a cargo dos mais novos: os finalistas do pré-escolar. A iniciativa destacou-se por uma abordagem educativa centrada no desenvolvimento emocional das crianças, através de sessões de literacia emocional.
A psicóloga Susana Carvalho de Sousa, autora do livro “Amortecedores”, foi a responsável por dinamizar estas sessões dirigidas sobretudo aos alunos que, em setembro, iniciarão o seu percurso no ensino básico. O objetivo passou por promover competências socio-emocionais desde cedo, preparando as crianças para os desafios do crescimento.
A obra, ilustrada por Tiago Albuquerque, serviu como base pedagógica para ajudar os mais pequenos a reconhecer, compreender e gerir emoções. Segundo a autora, o livro nasceu de uma necessidade pessoal de explicar conceitos como resiliência e bem-estar psicológico aos seus próprios filhos, tendo evoluído para um recurso educativo partilhado com escolas e famílias.
As sessões práticas, que marcaram o início da terceira edição do festival, proporcionaram momentos de aprendizagem ativa, onde as crianças puderam explorar, de forma lúdica, estratégias de autorregulação emocional. A leitura transforma-se, assim, numa ferramenta preventiva e essencial no contexto escolar.
A proposta deixa uma questão no ar: sabes o que são “amortecedores”? E sabias que existem pessoas que funcionam como verdadeiros amortecedores emocionais? Este livro convida os leitores a descobrir pistas para os identificar e talvez reconhecer que já estiveram perto de alguns.
No arranque do festival, estiveram presentes o vice-presidente e vereador da Cultura, José Santos, e a vereadora da Educação, Ana Cristina Martins, que fizeram questão de acompanhar esta primeira sessão dedicada aos mais pequenos, sublinhando a importância de iniciativas que promovem a literacia emocional desde a infância.
Durante a visita, José Santos destacou que “o Porca Lápis é um exemplo claro de como a cultura e a educação podem caminhar lado a lado, contribuindo para o desenvolvimento integral das nossas crianças e para uma comunidade mais consciente e preparada emocionalmente”.
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